lili em paris

"prend la vie comme elle vient"

Friday, April 27, 2007

Viagem a AMSTERDAM III (...)

11 abril ... (...)




O terceiro dia foi pesado, literalmente, saindo do hostel pela manhã e carregando a mochila completa "all day long", ja que o bus saia so as 22h.
Café da manhã basico e delicioso do super-super AH na beira de outro canal, e loja de souvenirs, onde fer tirou a fabulosa foto no mundo dos tamancos [1].
A direção foi do NIEUWE MARKET, uma feira em um calçadão em volta de um "castelinho" muito charmoso aue é um restaurante... eram 10h e o mercado ainda estava sendo montado, seguimos nosso rumo.
Passamos por algumas ruas onde os prédios não eram mais aqueles de sempre (construidos em 1600 e poucos, de tijolo a vista, 4 ou 5 andares, gancho na janelinha de cima), mas mais modernistas. Chegamos então à famosa casa onde morou o pintor REMBRANDT, em frente a uma ponte de onde vemos varias outras pontes legais e uma casinha muito antiga bem torta mas firme.
Seguimos a margem do canal ZWAMEMBURGWAI (ô nome!) e passamos pelo WATERLOO PLEIN MARKET, tipo feira também, bendendo uma variedade de coisas antigas e usadas, incluindo roupas, e também roupas novas, acessorios, produtos étnicos.
Chegamos então a uma "ponte da rainha" como a Fer disse, que era lindona, de ferro, com coroa e tudo, se chama BLAUBRUG. Seguindo a rua da ponte, chegamos a praça REMBRANDT PLEIN, onde esta (adivinha, o...) Museu desse fabuloso senhor pintor. O mais legal é que no centro dessa praça (cercada por bares e restaurantes) esta uma reprodução em escultura em tamanho natural da obra "Ronda Noturna" [com a qual Lili interage na segunda foto]. Atras disso, esta uma escultura do proprio pintor observando tudo!
Depois, o destino foi a torrre MUNTTOREN, linda, com relogio no topo (eles adoram relogios, Fer observou) e passagem para pedestres embaixo... chegamos ao MERCADO DAS FLORES, onde ha de tudo com destaque para os bilbos de diferentes tipos de tulipas [foto 3].
Depois de dar uma olhada em algumas lojas legais de produtos artesanais e étnicos entre outras coisas, e nos alimentarmos bem, partimos num bus até a JAVA ISLAND que eu inventei de ver... uma ilha um pouco distante do centro, onde ha prédios concebidos por arquitetos contemporâneos ... nos decepcionamos um pouco porque imaginamos que la haveria casas, mas nada, apesar disso os prédios eram maravilhosos, com muito vidro e estruturas planas
... um sonho bauhausiano, como tudo alias na Holanda, onde impera a fonte sans serif e a caixa baixa!
De la, a proxima parada foi a estação de bus, para o retorno à Paris ... mas como ir até la... conversavamos com um motorista de bus la na ilha, e ele... resolveu nos dar uma carona enquanto levava o bus de linha pra garagem q passava la perto, muito engraçado (as piedras na filial holandesa da turf)!
A noite passou voando dentro do bus, onde cantamos muita musica dos 80's e quase morremos "de mudança brusca de temperatura" pela falta de noção do motorista com o ar condicionado.

... e o que dizer de Amsterdam ...
Estranhamento, idiomatico, arquitetônico, geografico... a cidade mais diferente do nosso mundo brasileiro a que fomos aqui nas-oropa. Mas exemplar, na abertura para viver com naturalidade o sexo, as drogas, sem excessos. Engraçadas apenas as lojas de doces e super-pizzas feitos sob medida para as laricas dos sedentos de uma vida sexo, drogas e rock'n roll. Não vimos nada obsceno, nem ninguém acabado na rua, so gente com pressa nas suas super-bicis e também faceiras levando cachorros, filhos e encomendas nessa maquinas onde estou na foto 4. Um sonho as ruas de canais, os pães integrais e as cervejas locais (que tive que provar diariamente) ... que "rimaria" q não acaba mais: chega!

Viagem a AMSTERDAM II

10 abril ...




O dia começou com uma passada basica no supermercado (hostel sem breakfast), onde descobrimos que os holandeses, especialmente esse tal de ALBERT HEIJN sabem tudo desse métier: muita variedade de tudo, frutas, queijos, pães, doces, cervejas, sucos. Pegamos algo e fomos comer na beira de um canal.
A noite não tinha sido das melhoras, ja que uma vizinha do hostel roncava tanto que todos tossiam e nada... até q a Fer, q estava do lado dela, fez uma coisa q até eu pebnsei q ela ia morrer engastagada... um santo remedio, o silencio imperou!
Nosso passeio começou pela rua ROKIN, tipo uma avenida proncipal, pela qual seguimos a linha do bonde em diração ao MARKET ALBERT CYUP. No caminho, passamos por três canais cujos nomes são impronunciaveis, onde ha umas casas um pouco diferentes de todas as outras, mais imponentes, com colunas e materiais refinados. Depois chegamos a 9 LITLE STREETS, pequenas ruas onde moravam anigamente artesãos, e ai a arquitetura também era diferente.
Passamos também pela fabrica da HEINEKEN [primeira foto], onde não quisemos "viver a experiência Heineken" de entrar no museu e beber as 10h da manhã.
Enfim, chegamos a esse mercado de rua, ALBERT CYUP [foto 2], onde havia bancas (tipo de feirta mesmo) de produtos realmente muito variados: verduras; carnes, frutas secas, castanhas e chocolates, objetos de decoração, roupas, sapatos. Adoramos uma loja de especiarias para culinaria e experiencias misticas também. Paramos pra descansar numa rua transversal com alguns restaurantes, entre eles um onde muitos locais iam comprar peixe a milanesa, batata frita, e até hot-dog de sardinha.
Saindo desse marcado, caminhamos em direção ao parque MUSEUM PLEINE, que é cercado por museus e por uma casa de concertos [para onde eu estou apontando na foto 3]. Era um grande e plano gramado, com algumas arvores e quase nada de bancos, poucas flores. Ao meio-dia, muitas crianças jogavam futebol por ali, mas a atração mesme é o grande "i am stredam" onde é irresistivel "brincar"! [4° foto]. Ali na volta estam o Museu VAN GOGH e o RIJKS, os dois lindos, mas onde não entramos porque custava caro e achamos absurdo não ter meia pra estudante (ja estavamos meio revoltadas, acho q de tanto pagar pra fazer xixi... mesmo em restaurantes em amterdam é assim)
Caminhamos então em direção a SPIEGEL GRETECH, rua onde ha lojas de antiguidades, cortada por canais, muito tranquila, onde paramos em um café delicioso (e começamos a imaginar "nosso café"!). Paramos também para comer "wok to walk" do "calçadão" comercial LEIDSESTRACH, um oriental delicioso, rapido e acessivel
Retomadas as forças, passamos pelo canal PRINSENGRACHT, onde esta o Palacio da Justiça (bem simples) e a casa de ANNE FRANCK, que também é um museu caro e movimentado hoje.
Continuamos o passeio pelo JOURDAN, bairro judeu de Amstredam, onde vimos (assim como no Marais em Paris) muita coisa criativa: um restaurante tipo arabe, com um tapete na calçada e almofadas, onde as pessoas sentavam pra comer, a loja de uma estilista que faz roupas e acessorios de feltro colorido, uma boutique tematica mexicana com muitas bugigangas floridas e kitsch, antiquerios e lojas de design.
Passamos também pelas casas-barco, e uma delas se intitulava museu, assim como o Museu da Tulipa, por onde também passamos. Isso (junto com o museu da maconha, entre outros) é o que faz de Amsterdam a cidade que mais tem museus por metro quadrado.
O foi isso, imagina se não deitamos as 8 da noite em Amsterdam depois de fazer a volta na cidade caminhando?!

Viagem a AMSTERDAM I

9 abril ...




Saimos de Paris pela Estação GALLIENI, que esta no metrô mas também tem saida dos ônibus da Eurolines para toda a Europa. Nosso bus saia as 7h30 da matina, pegamos os dois lugares bem da frente com vista "quase-panorâmica", revistas de madame distribuidas gratuitamente e, de brinde, pudemos acompanhar de perto o motorista que era uma figura!
O trajeto do bus era pela autoroute, então não se passou por dentro de muitas cidades, mas nas poucas francesas que ainda vimos o visual arquitetônico era bem ligado a um clima mais frio, com telhados um pouco inclinados.
Com a mudança do idioma para algo incompreensivel nas placas, percebemos que estavamos na BELGICA, onde as cidades tinham casas de tijolos a vista. Lagos com barcos e grandes planicies nos acompanharam até a entrada na Holanda, quando paramos num ma-ra-vi-lhoso restaurante de estrada, tenho que descrever a beleza que era o colorido dos sucos de frutas frescas em copos de vidro pesados, as tortas de maçã e amendoas (as quais não resisti), os chas, cafés, sanduiches de pães de todos os tipos, woks de comida oriental sendo feita na hora, saladas, bifes a serem grelhados e muito, muita batata pra fritar.
A tradição holandesa dos moinhos começou a aparecer na estrada na sua forma contemporânea de geração de energia heolica, imensos "cataventos" brancos, tipo os que havia visto com Rafael no sul da França. Os campos de tulipas, que também são uma tradição por essas terras, estavam sem flores, uma pena.
O bus entrou na cidade de ROTERDAM, e pudemos ver um pouco, predios e pontes meio modernos, meio contemporâneos.
Chegamos a AMSTERDAM as três da tarde, na estação de bus que fica fora do centro da cidade ... para pegar o metrô até la, começou o desafio lingüistico que é falar inglês de brasileira com cidadão holandês.
Chegamos na CENTRAL STATION da cidade, linda de tijolos avermelhados, com relogio na torre e tudo mais (porém, fachada em reforma), um lugar aue acabamos não fotografando, junto com o imenso estacionamento de bicicletas que ha la, incrivel! Na frente desta estação, tipo em qualquer outra ai do Brasil, havia bancas vendendo hot-dog, sanduiche grego, batata frita, etc.
Caminhamos, atravessando um canal que era um canteiro de obras sem chance de curtir, em direção ao Hostel q a Fer achou pra nos, perfeito, em 15 m estavamos la. Numa rua estreita so para pedestres, ocupando uma daquelas casinhas classicas holandesas [foto 1], onde para chegar ao quarto era necessario passar por um pub (... e tomar uma cerveja, hehehe).
Saimos pra dar uma volta e nos deparamos com uma cidade bem caotica, carros, bondes eletricos e muitas, muitas bicicletas, tudo isso vindo de todos os lados ... um perigo. Chegamos a uma parte bem central , a DAM SQUARE, tipo um calaçadão imenso, onde esta esse prédio onde a Fer aparece na foto [2], ao lado uma igreja que foi transformada em museu e perto um shopping [foto 3, com Lili] ... ha também restaurantes e bancas de comidas espalhados por ali, e o talm bonde eletrico passa pelo meio de tudo.
Depois saimos para uma rua de canais, que essa sim era bem linda e tranquila! Passavam pequenos barcos, com 3 ou 4 pessoas bem sentadas conversando ou bebendo... ô vida, passeio de barco nos canais todo final de tarde.
O passeio do final do dia foi pelas redondezas do Hostel, justamente uma rua de pedestres cheia de restaurantes, pub's, boutiques para usuarios de drogas leves, entre outras cositas mas.
Ali perto esta o RED LIGHT DISTRIC, justamente onde trabalha a moça Roxanne da musica do The Police... é engraçada! As casas tem vitrines, onde as moças ficam dia e noite expostas, usando lingerie ou outra coisa minima, talvez mais ousada... e la elas ficam sentadas, de pé, se balançando, passando cremes (varias nessa). Atras dessa vitrine, ha uma cortina e logo ali esta o quarto com a cama e tudo mais, isso também fica a vista as vezes. Curioso mesmo é como os homens tem vergonha de ficar olhando, ta la é pra ser visto, ora! Ah, não vimos nenhum moço nas vitrines, que machismo.
Não temos fotos desse momento "luz vermelha", seria uma obscenidade no meio das fotos das "manas". Ah, hj era feriado de Pascoa aqui "pelas-ororpa", tudo lotado.

PARQUES & PIC-NIC'S

programa de domingo ...





Para aproveitar o sol da primavera e abstrair as saudades fortes de casa que se intensificam nos findis, eu e Fer fomos à varios parques fazer pic-nic nos domingos... e parecia q toda Paris ama fazer isso!
A primeira revelação aconteceu ainda no domingo dia 1°, quando paramos na PLACE DES VOSGES [foto 1], no Marais, e a galera tinha tomado conta da grama, deitado sob as roupas, cheios de sacolas de mercado recehadas de guloseimas.
No domingo seguinte, decidimos passar o dia num parque gigante que ha na cidade, o BOIS BOULOGNE. Acontece que o negocio é tão, mas tão extenso, que é dividido em varias areas que na verdade são divididas entre empresas que administram pequenos parques la dentro ... conclusão: acabamos na entrada do Jardin d'Aclimatation, em pleno domingo de Pascoa no lançamento da "aventura na India", com centenas de crianças querendo entrar, e vendo os $7,00 da entrada serem convertidos em stress. O que vimos desse parque é o que esta na fotinho [2] e so.
Mudança de planos, partimos então para o outro parque proximo dali, o PARC MONCEAU ... lindo, calmo, florido e gratis! La instalamos a deliciosa manta q Fer (assim como Rafael) "ganhou" da cia aerea, amolecemos no sol e devoramos nosso menu pic-nic [terceira fotinho] .
Depois da viagem à Amsterdam, que ainda não contei, fomos ao PARC BUTTES CHAUMONT, maior que o anterior, cheio de colinas, grutas, cachoeiras, lagos ... muito legal. Tiramos mais uma foto [4] bonitinha "de manas sentada na frente das flores para a mamãe" e passamos a tarde nos espreguiçando, lendo revistas e observando a vida alheia [foto 5, pra vcs terem uma idéia da lotação que fica no meio da tarde ... bom mesmo é ir de manhã].

Ah, entra também na lista dos parques legais o PARC MONTSOURI, que fica na frente da Cité Universitaire, onde fui algumas vezes quando morei la e amei!
Obs.: alguns detalhes sobre os pic-nics dos parisienses ... eles levam tudo em uma sacola grande de palha ou de plastico resistente, estendem toalhas de mesa ou cobertas, se pelam o quento podem, algumas vao de biquini, deixam a criançada solta rolando pela grama, bebem vinho e agua, comem pão, crepe, saladas, queijos e geleias, algumas frutas.

almoço LES HALLES & tarde MONTMARTRE

passeio de sabado ...




Combinamos um almoço de sabado com minha amiga Cynthia, que trouxe sua outra amiga Sandra, e nos divertimos muito num restaurante no LES HALLES [foto 1 do trio]. Essa pequenina paraense quase-gaucha me acompanha desde o mestrado na UFRGS, agora no doutorado PUC e também chegou à Paris para um doc sanduiche... génial! Ah, não sei o q deu no meu cabelo na hora dessa foto, acho q foi o vento, não, não foi susto...
Depois Cynthia tinha programa teatral super-cultural, eu e Fer fomos pro bairro MONTMARTRE ver aquela coisa toda de Mouklin Rouge, Moulin de la Galete ... Place dos pintores (que com a chegada da primavera também esta lotada de mesas de restaurantes). A SACRE COEUR, ponto alto (literalmente) da visita ao bairro também estava ainda mais lotada que no outro sabado em que vim com Rafael, ai na foto 2 da pra ver...
Passamos no final por uma outra igreja linda que ha nesse bairro, a ST JEAN DE MONTMARTRE [3 fotinho], tem um estilo mais moderno, meio art nouveau, em tijolo a vista e com detalhes em ceramica, por dentro é linda também, as paredes pintadas de marrrom, bem rustica.
Ah, lembro que nosso trajeto de subida à colina onde esta a igreja foi de "dar agua na boca" ... as bancas de frutas e peixes da RUE LEPIC estavam lindas, e o cheiro das padarias irresistivel!
Outra coisa, nesta tarde vimos uma coisa que achamos meio bizarra aqui... uma noiva (em traje branco e tudo) e um noivo subiam as escadarias da Sacré Coeur, um fotografo atras deles tirava as fotos ... subiram até a metade do caminho, fotografaram ... e depois desceram, casamento encerrado!
(depois vimos cenas como essas também num parque domingo pela manhã, e em outro lugar que ja não me lembro mais)

TOUR EIFFEL, CHAILLOT & CHAMPS ELYSEES

abaixo de muiiito vento ...


O sol estava lindo, mas o vento era poderoso nesse dia em que resolvemos ir "pros lados da torre"... afinal, Fer ja estava em Paris ha mais de uma semana e ainda não tinha visto seu maior simbolo.
Nesse dia não deu mesmo muito pra ficar la embaixo da TOUR e tudo mais, fomos ao CHAILLOT [foto 1], de que falei outro dia aqui, e agora mostro as esculturas das "moças de ouro" que ha por la!
A salavação, depois da passagem classica pelo ARC DE TRIOMPHE, foram os CHAMPS ELYSEES, onde não tinha vento e tudo ja estava diferente do inverno: as calçadas da avenida tomadas pelas mesinhas dos cafés e restaurantes [foto 2, Fer numa delas, com Arco no fundo] ... e aquela celebração ao consumo de sempre.

ST-MARTIN (canal) & ST-LOUIS (ilha)

o passeio das aguas ...


E chegou o dia de fazer uma diferente, inventei de ir ao CANAL SAINT MARTIN, ao norte, passando pelo bairro Marais.
Fomos até la a pé, entre uma tortinha e um cafézinho, enfim chegamos ao começo do Canal no Boulevard Jules Ferry.
O Canal é bem bonito, fica no meio de um canteiro de arvores imensas, super-extenso (tanto q desistimos de andar até o final), tem umas pontes de ferro por onde atravessamos de um lado ao outro ... bem charmoso.
Mas tudo foi "por agua abaixo" graças ao "sans logement" (pessoas que vivem em Paris e não tem casa, acamapam em um lugar publico pra protestar ... e não aceitam as ofertas de albergues publicos)... eles decidiram morar ali na beiro do canal ha um tempo... o cheiro de tudo por la é insuportavel... desistmos.
Respiramos (literalmente) um pouco no jardim do HOPIAL ST-LOUIS, que é bom bonitinho e tranquilo... e nos distraimos com um grupo de crianças de uns 3 anos que veio da escola com as profs para brincar nos gramados.
Bom, passamos então, na volta pra casa, pela ILE ST-LOUIS [foto 3], que a Fer não conhecia... la parece um mundo paralelo à Paris (que ja é tranquila). Não ha muito movimento de carros, a ilha tem uns 800 metros de comprimento por uns 300 de largura, enfim... poucas ruas, grandes prédios, padarias, açougues e lojas simpaticas e um sorvete da Amorino servido como petalas de flor delicioso!

Um dia em MONTPARNASSE

2 abril ...



No caminho alternativo para a universidade, fizemos um passeio pelo bairoo MONTPARNASSE, que é famoso pelo CEMITIERE, de q ja falei aqui, e por uma TOUR alta e modernosa (prédio de comercio e escritorios) que se enxerga desde quase toda Paris.
Nossa primeira parada foi num conjunto de casas (sim, casas!) construido no inicio do seculo XX para abrigar ATELIERS [foto 1] e moradias de artistas... é muito charmoso, tem bastante vegetação e um jardim lindo ao lado, e gente como Picasso e outros famosos morou la.
Depois, "as manas" (vestidas iguais, como a mamãe e a titia fazem as vezes sem querer) descansaram um pouco no fabuloso e cheio de tulipas JARDIN DE L'OBSERVATOIRE de Paris... o observatorio em si não vimos, mas o jardim valeu a pena [foto lindona numero 2]. Eram umas duas horas da tarde, e tinha muita gente la comendo sanduiche (almoço de vaaarios franceses) e descansando sob o sol!
Terminamos o passeio pelo BOULEVARD MONTPARNASSE, depois da tal torre, e a ultima parada foi diante dessa estatuta feita por RODIN para BALZAC [foto 3], esse amigo q sabe tudo sobre "a mulher de 30 anos" (um dia eu chego la!).

Domingo de MUSEU gratis (e carnaval)

1 de abril ...




E ja temos mais um domingo para aproveitar e visitar os museus sem pagar nada... Desta vez, os eleitos foram apenas dois: Cluny e Picasso.
O MUSEE CLUNY, onde fomos pela manhã, é especializado na Idade Média e fica num prédio medieval lindissimo, em frente a Sorbonne (foi neste prédio q esta universidade "começou" pelo seculo XIII). Havia muitos objetos, moveis e pinturas interessantes pra conhecer historicamente mesmo essa coisa de religião. A capela é pequenina e deslumbrante, e tem também um subsolo onde um dia existiram termas romanas que é muito legal! Ah, a foto [1] é pelo lado de fora do prédio, logo abaixo da capela, em frente ao jardim.
Saindo de la nos dirigimos ao bairro Marais, onde nos deliciamos com um falafel, tipo um sanduiche da culinaria judaica.
Depois de um descanso, fomos para o MUSEE PICASSO, que fica num antigo "hotel" lindo... la, é claro, somente obras do espanhol, com uma temporaria dedicada à "Carmen", essa mulher latina que é a musa generalizada do pintor. Gostamos muito de umas esculturas feitas com materiais q ele encontrava pela rua e no lixo, q olhar criativo... [na segunda foto, estou ao lado de uma mãe com carrinho de bebe, feita de coisas indescritivelmente simples e aleatorias].
Passamos também, mas so pelo jardim [foto linda de Fer, 3] do MUSEE CARNAVALET, q eu ja havia visitado e contado aqui.
Depois dos museus, voltando pra casa pela Place de la Bastille, vimos uma movimentação em um pequeno porto que logo depois da praça... O PORT DE PLAISANCE PARIS ARSENAL (Porto dos Prazeres, foto 4), um canal onde os barcos de viajantes podem "estacionar" na cidade.
Era o CARNAVAL DE VENISE, q a Fer descobriu... uma multidão assisitia, na borda do canal, um barco que passava com pessoas vestidas de venezianos antigos, com mascaras e plumas, uma musica classica no fundo ... animação = zero, isso era o carnaval. Era um evento promovido pela cidade, parecia q todos estavam gostando, mas meio esquisito pro nosso olhar "carnaval=samba&pouca roupa"... deu inveja mesmo foi da galera q estava la descansando, no seu proprio barco, tomando um vinho branco no fim de tarde em Paris.

LILI&FER de volta a PARIS

30 março ...


Depois da chegada de Londres e de um dia de trabalho, fizemos numa sexta-feira a tarde um passeio pela região da OPERA, nos lugares onde Fer ainda não conhecia.
Na primeira foto estamos no jardim da COMEDIE FRANCAISE, de que ja falei aqui, onde é irresistivel inventar fotos diferentes!
Depois, fizemos o PROMENADE DES PASAGES... um passeio que podemos fazer nessa região passando por varias galerias (tipo a galeria Central, Satte Alam, Malcom em Pelotas). Essas galerias daqui são super antigas, e tem umas coberturas com partes transparentes e uns pisos muito charmosos.
Uma delas, tinha somente lojas de jogos e brinquedos para crianças (foto 2). A outra, "Vivienne", a que mais gostamos, tinha lojas de livros usados e livros raros, boutiques de roupas muito estilosas e uma casa de cha q é super tradaicional porque esta la ha muitos, muitos anos.

Thursday, April 26, 2007

ainda sobre LONDRES

o que dizer sobre "a terra da rainha" ...

Como a Fer bem definiu, a rainha gosta de tudo limpinho, muitas coroas e muito vermelho. Assim eram os locais publicos, incluindo banheiros, postes, luminarias, lixeiras... é so olhar com calma e la esta a coroa. O vermelho, é cor preferencial também para as famosas cabines telefonicas e onibus de dois andares.
Não entendemos apenas a idéia de mudar o lado do trânsito, que parece ter por objetivo causar a morte de turistas distraidos com as belezas britânicas... depois do idioma, bem diferente do "ameringlês" q aprendemos na maioria dos cursos ai, esses carros com pessoas dirigindo do outro lado, e os carros também vindo do outro lado... complica a vida da gente. Os taxis ingleses, com seu charme retrô, pretos (mas tbem os ousados publicizados ou rosa choc), favorecem a perspectiva sobre o trânsito londrino, o q se perde quando lembramos as ridiculas "bicicletas-carroças" de estilo oriental, onde são carregados os turistas preguiçosos e desumanos (sim, achamos essas pessoas q pagam para ser carregadas pelos magrelos orientais meio desumanas).
Apesar dos cuidados da realeza, reina um pouco de caos pelas bordas do Thames, principalmente pela poluição visual e sonora (quase nada para um paulista, mas de peso para uma cidade européia), as obras imensas e inacabaveis... mas isso é o que respinga da vitalidade de Londres!
De fato, uma cidade "amazing", onde ha "de tudo", onde se encontra o raro equilibrio entra o antigo e o contemporâneo, na arquitetura e, principalmente, nas pessoas. Regra e contra-regra, muita ironia no dia-a-dia... culpa dos pubs, talvez! Como é curiososa a convivencia do moralismo e da sobriedade com a subversão e a criatividade... passamos por tantos lugares onde pensamos "isso uma pessoa teve a idéia de fazer, ninguém acreditou, e ele fez... e deu certo" (o pub na igreja, por exemplo). Isso a musica daqui ja nos mostrava ha tempos, mas foi bom mesmo saber "ao vivo e a cores"!
Ah, agradecimento especial a "mana", além da parceria, preparou essa viagem especial solita e com carinho... um sucesso, e ao cunhado, pelas melhores dicas!

Viagem a LONDRES V

28 março ...


E... chegamos ao nosso ultimo dia em Londres. Começamos com mais um museu, mas para chegar até ele vimos, do segundo andar do nosso bus, o outro lado do parque onde ja haviamos ido (HYDE PARK) e o ROYAL ALBERT HALL, onde deve ser o maximo assistir um show ou concerto. O prédio é lindo, e em volta estão uma faculdade de musica, outra de artes, tudo muito em sintonia.
Chegamos então ao VICTORIA & ALBERT MUSEUM [foto 1], que é maravilhoso porque tem obras de arte de varias partes do mundo (incluindo o Davi de Michelangelo e outras preciosidades romanas, que néao entendemos como chegaram la), incluido belezas indianas, arabes, chinesas e japonesas. Mas além de obras tradiocionais, ha objetos, mobiliario, muita coisa legal... além das exposições temporarias, como uma fantastica do surrealismo que iria começar no dia seguinte.
Saindo do museu, fomos até a LEICESTER SQUARE encarar uma pizza de rua que queriamos desde o primeiro dia. Depois, passamos na PICCADILLY CIRCUS so pra tirar esta foto 2 (porque este lugar é so isso mesmo, uma fonte no meio da rua e um prédio cheio de publicidade luminosa no fundo).
O ultimo passeio foi pelo SOHO, calmamente, onde vimos muiiitos restaurantes chamosos e diferentes, além das lojas da CARNABY STREET (terceira foto), um calaçadão super calmo e simpatico, as moças nos clubs de certas ruas, e uma galeria cheia de lojas criativas meio brecho, meio novidade.
Boa despedida!

Viagem a LONDRES IV

27 março ...




Depois de três dias de passeios "deliciosamente à toa", resolvemos encarar a "missão do turista em Londres" e ir vistar com calma o que não podia deixar de ser visto... e aproveitar um pouco dos museus, que são generosamente gratuitos!
Começamos vendo de perto a região de WESTMINSTER, a partir do HOUSES OF PARLIAMENT (que é lindo gotico, e foi pintado "n" vezes pelo Monet-ou Manet-, no começo do impressionismo, foto 1), onde esta o BIG BEN (relogio)... isso na beira do rio THAMES (bem mais largo que o Sena), cortado por vaaarias pontes, uma diferente da outra.
Ah, nesta foto do parlamento, se ve ao fundo a LONDON EYE, roda gigante-gigante de onde se pode ter uma vsita completa de Londres!
Em frente ao parlamento, esta a WESTMINSTER ABBEY (fotinho 2), uma igreja gi-gan-tesca, com uma fila proporcionalmente grande para a visita, que não fizemos.
Saindo dai, atravessamos o ST JAMES PARK, que é lindo e, acreditem, tem esquilos quem vem muito proximo da gente, muito bonitinhos! Ha também um lago, onde ficam descansando umas cegonhas imensas, muito grandes mesmo, acho que deviam ter quase um metro de altura (tipo, se eu fosse uma cegonha, seria uma daquelas... das grandes!).
Do outro lado do parque, apos a passagem por um monumento bonitão com a estatua da rainha, cercado por outros que nomeiam as antigas colonias britânicas, esta o BUCKINGHAM PALACE.
Fomos até la para ver, é claro, a troca da guarda, pontualmente as 10h30... la estavam os soldadinhos com aqueles chapéus ridiculos, marchando tipo boneco "a corda", muito engraçado (foto 3). Nos e todo o povo de turistas viamos eles caminhado a cada dez minutos e pensavamos q tudo ia começar... que nada, naquele dia seria as 11h30, vimos a saida da cavalaria e desistimos de esperar. Me poupe, atraso britânico ninguém merece.
Nos dirigimos então para a TRAFALGAR SQUARE, onde entramos na NATIONAL GALLERY, museu otimo e, alem de tudo, gratis. Passamos ainda depois na NATIONAL PORTRAIT GALLERY.
Proxima parada, para almoço em CHINATOWN, no restaurante "eat as much as you can" (onde so faltou acrescentar) "se voce aguentar comer toda a pimenta desta comida"... muito engraçado, mas não menos que a nossa tentativa de ler e escrever e-mails em um ciber café cujos computadores estavam configurados num idioma oriental indecifravel.
O passeio da tarde foi para outro lado da cidade, onde fomos mais uma vez faceiras de bus, passando pela ST. PAUL'S CATHEDRAL, e chegando até um lugar muito legal, bem antigo de Londres, onde a cidade começou: TOWER OF LONDON, uma cidade dentro de muralhas na beira do THAMES, muito charmosa. Em frente, estava la, lindona a TOWER BRIDGE (quarta foto), ponte que "as manas" acharam a mais bonita da city.
Nessa região, é legal de ver o contraste dessas paisagens historicas com a arquitetura contemporânea... tudo harmônico! A MILENIUM BRIDGE, que atravessamos logo depois para ir ao museu TATE MODERN, é uma ponte bem nova e que oferece uma experiencia espacial bem interessante.
Bom, a TATE, realmente fa-bu-losa, arte moderna e contemporânea, celebrando dadaismos e surrealismos passados, com uma linha do tempo da historia das artes otima pra usar nas aulas de Estética... adorei! Lamentamos apenas não ter podido experimentar a obra contemporânea que havia la, um tobogã gigante, onde todos escorregavam... ninguém mandou comer "as much ...".

Viagem a LONDRES III

26 março ...




O terceiro dia começou com a quase perda do café da manhã no hostel porque o horario mudou e a dupla das "manas" simplesmente não ficou sabendo (isso q fomos a Greenwich naquele dia...). O primeiro passeio foi pela OXFORD STREET, uma rua de comercio ma-ra-vi-lhosa. Ja percebemos aqui que o comércio é mesmo "o dom" da cidade, porque ha muitas lojas, de tudo o q é produto, com preços bem variados, e com uma musica no fundo que sempre é de qualidade e "empolga os consumidores".
Caminhamos até o final desta avenida chegando, exaustas e louca de fome, ao MARBLE ARCH, uma entrada para o HYDE PARK, imenso, lindo, plano, mas sem flores. Perto desta entrada fica a curiosa SPEAKERS' CORNER, a esquina a que um dia se resumiu o espaço publico onde se podia falar livremente mal da monarquia... um exemplo de democracia?!
Ao final da grande avenida ao lado deste parque, esta "um lugar chamado NOTTING HILL", onde tivemos que ir graças ao célebre filme... por la é bem tranquilo, as ruas e o comercio tem uma cara mais francesa que britânica. Vimos algumas casas chiquérrimas e imponentes, brancas com colunas e, enfim, achamos uma bela rua estreita com casinhas coloridas [foto 1], charmoso.
Saindo de la, mais um bus e chegamos ao COVENT GARDEN MARKET, em uma região cheia de teatros e casas de concertos, incrivel a quantidade. Bom, esse mercado [segunda foto] tem galerias com lojas "meio pra turista", não de souvenirs, mas de produtos londrinos caros, e entre as galerias grandes areas cobertas por uma estrutura de ferro e material transparente ... um ambiente bonito, limpo e bem tranquilo... nessas areas entre as galerias, ha apresentações de musicos e artistas de rua, bem pra turista mesmo.
Saindo de la, seguimos pelas ruas estreitas e charmosas até chegar à CHINATOWN de Londres, uma região de habitantes, comercio e alimentação... tchan-tchan-tchan-tchan: chinesa. De uma quadra pra outra, um novo pais!
Depois de tudo isso (e vejam minha cara de acabada na foto chinatown), nos recolhemos cedo again.

Viagem a LONDRES II

25 março ...


A casa de Théo ficava "pros lados" de GREENWICH, fomos até la pra conhecer o ROYAL OBSERVATORY [foto 1] onde esta o famoso meridiano que divide nosso planeta entre oriente e ocidente e define todos os fusos horarios... lembram disso no colegio, né?! (fazer contas de horarios e graus... tão util). Bom, Greenwich é um pouco afastado do centro de Londres, e o Observatorio fica num parque bem bonito onde tomamos noss "breakfast". O local onde esta o meridiano [segunda foto, eu marcando Brasilia] é muito legal, alem da subida repleta de narcisos no caminho até la, tem um museu com varios instrumentos antigos usados para chegar aos calculos... aqueles mesmos do colégio.
Depois desse passeio, entramos em mais uns três bus (graças a "gentil" ignorancia no relacionamento com os passageiros adotada pelos motoristas deste meio de transporte nesta cidade) e chegamos ao nosso HOSTEL, perto da VICTORIA STATION. Os prédios continuavam sendo muito iguais de tijolo a vista, em Victoria mudou para branco, e o "sol raiou" como nunca imaginamos que aconteceria na cidade do fog.
O passeio eleito para esta tarde de domingo londrina foi o MARKET de CAMDEN TOWN ... indescritivel, tem que ir pra ver, mas tento: esta região também é afastada do centro, e tem um lugar especifico para um mercado, extamente ao lado deste rio com ponte que esta ai na foto 3... na rua onde este prédio esta, ha ainda varias lojas de produtos muito variados, e uma feira com bancas vendendo roupas... muita gente caminhando nessa rua.
Bem, quando se chega enfim a este lugar da foto, começa uma viagem, surreal mesmo, de um galpão para outro, para outra parte sem cobertura, para outra escada, outra galeria ... não acaba nunca, com bancas e lojas vendendo todas as coisas legais imaginaveis: acessorios, albuns e cardernos, objetos de decoração contemporaneos e antigos, produtos étnicos indianos/ africanos/ tibetanos, roupas novas de rave /esporte / pra todo dia, muitos brechos vendendo marcas calibradas por quase nada, piercings, tatoos, putz, muita coisa. E as comidas... sim comidas de varios lugares do mundo, cheiros e cores fantasticos!
Caimos num chines delicioso, complementando com cha inglês de maça e, por fim, sonhos fofissimos.
O dia acabou com outro cha na LEICESTER SQUARE e uma noite de sono tranquilissima no hostel.

Viagem a LONDRES I

24 março ...



Um dia depois da chegada da Fer à Paris, partimos para LONDRES, com uma super-passagem promocional da eurostar, e saindo da GARE DU NORD [fotinho 1] em três horas estavamos la! De fato, a rapidez é a unica vantagem desse trem, porque a paisagem não é muito reveladora, bem diferente de andar nas rodovias, e a parte no tunel, entao, nem se fala.
Mas não foi simples assim, afinal, para entrar em Londres é preciso passar pelo medo generalizado das perguntas na imigração ... mas apesar de eles falarem rapido e eu falar "franglês" (idioma desenvolvido pelo Rafael q acabei adotando), deu tudo certo.
Chegamos la no final da tarde de sabado e fomos recebidas na Estação WATERLOO pelo Théo, amigo do Marcio namorado de Fer, que nos ofereceu hospedagem nesta primeira noite. O visual era dominado por prédios de tijolo à vista, estava tipicamente cinzento e garoava ... o trânsito "virado" nos interpelou...
Fizemos um passeio indo de bus (sim, compramos um super-ticket para uma semana e andamos muiiiito de bus [foto 2], encima, e sentadas bem na frente) ao "centro" da cidade, nas redondezas do PICCADILLY CIRCUS. Para chegar la, ja conseguimos passar e dar uma olhada no Parlamennto e outros pontos iluminados a noite, lindos. Mesmo ja sendo dez horas, um "calçadão" que ha ali perto na LEICESTER SQUARE, estava cheio de gente andando, gente de todos os tipos, bem animada.
Acabamos num PUB [terceira foto], que nao lembro o nome, que é fantastico, construido dentro de uma antiguissima igreja... tem tudo, pulpito, altar, confessionario, e ate um tumulo tinha embaixo dos nossos pés. Estava cheio, tinha boa musica, todo mundo faceiro conversando e tomando umas super-cervejas gigantes!

LILI&FER "as manas" nasororpa

23 março...

Minha "terceira e não menos importante" visita chegou e, enfim, depois de anos brincando de entrar no carro e "dirigir" levando a mãe para Porto Alegre, Paris e Santa Catarina, as "manas" Reinhardt Piedras podem desfrutar de um temporada européia ... um luxo!