Viagem a AMSTERDAM III (...)
11 abril ... (...)
Café da manhã basico e delicioso do super-super AH na beira de outro canal, e loja de souvenirs, onde fer tirou a fabulosa foto no mundo dos tamancos [1].
A direção foi do NIEUWE MARKET, uma feira em um calçadão em volta de um "castelinho" muito charmoso aue é um restaurante... eram 10h e o mercado ainda estava sendo montado, seguimos nosso rumo.
Passamos por algumas ruas onde os prédios não eram mais aqueles de sempre (construidos em 1600 e poucos, de tijolo a vista, 4 ou 5 andares, gancho na janelinha de cima), mas mais modernistas. Chegamos então à famosa casa onde morou o pintor REMBRANDT, em frente a uma ponte de onde vemos varias outras pontes legais e uma casinha muito antiga bem torta mas firme.
Seguimos a margem do canal ZWAMEMBURGWAI (ô nome!) e passamos pelo WATERLOO PLEIN MARKET, tipo feira também, bendendo uma variedade de coisas antigas e usadas, incluindo roupas, e também roupas novas, acessorios, produtos étnicos.
Chegamos então a uma "ponte da rainha" como a Fer disse, que era lindona, de ferro, com coroa e tudo, se chama BLAUBRUG. Seguindo a rua da ponte, chegamos a praça REMBRANDT PLEIN, onde esta (adivinha, o...) Museu desse fabuloso senhor pintor. O mais legal é que no centro dessa praça (cercada por bares e restaurantes) esta uma reprodução em escultura em tamanho natural da obra "Ronda Noturna" [com a qual Lili interage na segunda foto]. Atras disso, esta uma escultura do proprio pintor observando tudo!
Depois, o destino foi a torrre MUNTTOREN, linda, com relogio no topo (eles adoram relogios, Fer observou) e passagem para pedestres embaixo... chegamos ao MERCADO DAS FLORES, onde ha de tudo com destaque para os bilbos de diferentes tipos de tulipas [foto 3].
Depois de dar uma olhada em algumas lojas legais de produtos artesanais e étnicos entre outras coisas, e nos alimentarmos bem, partimos num bus até a JAVA ISLAND que eu inventei de ver... uma ilha um pouco distante do centro, onde ha prédios concebidos por arquitetos contemporâneos ... nos decepcionamos um pouco porque imaginamos que la haveria casas, mas nada, apesar disso os prédios eram maravilhosos, com muito vidro e estruturas planas
... um sonho bauhausiano, como tudo alias na Holanda, onde impera a fonte sans serif e a caixa baixa!
De la, a proxima parada foi a estação de bus, para o retorno à Paris ... mas como ir até la... conversavamos com um motorista de bus la na ilha, e ele... resolveu nos dar uma carona enquanto levava o bus de linha pra garagem q passava la perto, muito engraçado (as piedras na filial holandesa da turf)!
A noite passou voando dentro do bus, onde cantamos muita musica dos 80's e quase morremos "de mudança brusca de temperatura" pela falta de noção do motorista com o ar condicionado.
... e o que dizer de Amsterdam ...
Estranhamento, idiomatico, arquitetônico, geografico... a cidade mais diferente do nosso mundo brasileiro a que fomos aqui nas-oropa. Mas exemplar, na abertura para viver com naturalidade o sexo, as drogas, sem excessos. Engraçadas apenas as lojas de doces e super-pizzas feitos sob medida para as laricas dos sedentos de uma vida sexo, drogas e rock'n roll. Não vimos nada obsceno, nem ninguém acabado na rua, so gente com pressa nas suas super-bicis e também faceiras levando cachorros, filhos e encomendas nessa maquinas onde estou na foto 4. Um sonho as ruas de canais, os pães integrais e as cervejas locais (que tive que provar diariamente) ... que "rimaria" q não acaba mais: chega!
